Formação Profissional 2015

Chegados a Março, é altura de afixar o Plano de Formação Profissional para 2015.
A formação profissional tem como objectivo promover o desenvolvimento e a adequação da qualificação do trabalhador, tendo em vista melhorar a sua empregabilidade e aumentar a produtividade e a competitividade da empresa.

Desta forma, o Plano de Formação Profissional torna-se um instrumento importante para o desenvolvimento da actividade da organização.

Não existe uma data obrigatória para afixação do mesmo, mas para que seja um verdadeiro instrumento de gestão, este deve ser afixado no primeiro trimestre, pois reporta a Formação Profissional para o ano corrente – 2015.

Ora, significa isto que nesta fase cada organização deverá estar a recolher a informação referente ao ano transacto (2014) para efeitos de preenchimento cabal do Relatório Único, e em paralelo promover ou rever o levantamento de necessidades de formação junto dos colaboradores com vista à elaboração do Plano de Formação para 2015.

Esta programação e respectiva calendarização deve garantir o equilíbrio entre as necessidades transmitidas pelos trabalhadores e a disponibilidade das organizações, procurando garantir no mínimo 35 horas de formação certificada junto de 10% dos seus trabalhadores, para além de cumprir os formalismos legais constantes do Código do Trabalho e que nem todos coincidem com as exigências de outras normas, nomeadamente de Qualidade.

Releva que apesar da obrigação anual incluir apenas 10% dos trabalhadores, cada trabalhador individualmente tem direito a receber 35 horas de formação por cada ano civil. Ou seja, para que a gestão seja sustentada, cada organização deve perspectivar a distribuição das horas de formação por todo o quadro de pessoal, não se cingindo a “cumprir calendário”.

As organizações devem abraçar esta obrigação como uma oportunidade de melhorar a gestão de pessoal e não encará-la como mais uma burocracia dessa área.

A formação profissional é obrigatória – é um facto – mas é essencial que cada organização consiga retirar o máximo de benefícios da mesma:

– Desempenho dos colaboradores;
– Motivação;
– Redução do tempo de aprendizagem necessário para atingir um desempenho aceitável;
– Mudança de atitudes;
– Resolução de problemas operacionais;
– Preenchimento de necessidades de planeamento de RH;
– Reforço de politicas de RH;
– Catálise da mudança;
– Fomento de clima de aprendizagem;
– Promoção de vantagem competitiva.

Há uma relação directa entre o investimento feito em Formação e o índice de produtividade do capital humano, pelo que só apostando num Plano coerente e em formação de qualidade, que tenha em vista objectivos concretos, ao nível macro, as organizações poderão tirar o melhor partido deste instrumento de gestão.

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