Gestão de R. H. e o Sucesso das Organizações

Com o início de um novo ano, necessariamente acabámos de passar por uma fase de reflexão sobre o ano que passou e projetámos o ano seguinte, em função dos objetivos estratégicos da nossa organização.

Muitas vezes, ao contrário do que pode a generalidade das pessoas pensar, o objetivo estratégico de uma empresa, pode não passar pelo crescimento do volume de negócios, do número de clientes, ou do número de trabalhadores.

Estratégico, por vezes, e sobretudo quando se seguem anos sucessivos de crescimento aos mais variados níveis, é projetar um ano de sustentação da dimensão que se atingiu, para que se consiga manter o efeito propagador do crescimento, sem desvirtuar a realidade da empresa em causa e do produto ou serviço que fornecemos.

Olhar para dentro, no caso da generalidade das PME passava, até há poucos anos atrás, por olhar para os edifícios, a frota automóvel, os equipamentos, o marketing,… mas pouco se olhava para os Recursos Humanos.
Se a empresa pode, dá mais. Se a empresa pode, toma iniciativas de caracter lúdico para os seus RH. Mas muitas vezes, os empresários questionam-se a seguir sobre o motivo pelo qual as pessoas não ficaram mais motivadas com o seu aumento salarial. Perguntam-se porque é que muitas das pessoas não participaram nas atividades, nem revelaram interesse pelas mesmas.

Tal deve-se, ao facto de não pensarem o seu sucesso empresarial considerando uma estratégia para os seus recursos humanos. Iniciativas desgarradas, inconsequentes e sem objetivos específicos, levam a que as mesmas tenham um fim em si mesmas e não tragam qualquer benefício à organização.

O Plano de Recursos Humanos, deve refletir objetivos aos níveis, nomeadamente, da gestão carreiras, da motivação, da formação. E esta estratégia não pode ser desenhada sem conhecermos as pessoas com quem trabalhamos. O que é que as move? O que é que as faz estar na nossa empresa e não na concorrência? Quais são as ferramentas de que necessitam para melhor desempenhar as suas funções? Qual o nível de responsabilidade que gostariam de ter? Quais os limites que impõem a si próprias? O que é que querem para o seu futuro?

Uma organização não pode crescer sustentadamente sem ter um plano para a sua equipa. Saber de onde vêm e para onde vão, não assegurará que as pessoas fiquem nas nossas organizações, mas garante-nos que as que estão connosco a longo prazo, sabem para onde queremos caminhar e se identificam com o caminho que traçámos.

Ricardo Lacerda Dias
CEO

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