O Êxito de uma Organização Associado à sua Cultura

Quando falamos em Cultura de empresa os nossos interlocutores, não raras vezes, associam à Politica da Qualidade da organização, e referem-nos a Missão, a Visão e os Valores da Organização. Não nos vamos estender a refletir sobre o facto de muitas vezes estes três itens serem apenas um conjunto de palavras e frases mais ou menos feitas, e que pouco refletem a verdadeira Missão, Visão e Valores.

Assumindo que os mesmos são um espelho real daquilo que a empresa é e para onde pretende ir, tal diz-nos muito pouco sobre o que é verdadeiramente a cultura da empresa. A minha organização pode ter como visão ser a maior do mercado, em volume de faturação. Mas tal nada me diz sobre a forma como quero lá chegar:
– como funciona a minha comunicação interna;
– qual a participação e envolvimento da minha equipa neste percurso;
– qual a qualidade ambiental que quero ter em consideração e os limites que pretendo traçar a esse nível;
– qual a minha responsabilidade social…
Assim, é natural, que muitas vezes tenhamos pessoas desalinhadas com a nossa cultura e que não se identifiquem com a nossa organização.

Perceber o que queremos que a nossa empresa seja é o primeiro ponto de reflexão, que não interessa apenas a gerentes e administradores, mas a todos aqueles que tem uma posição estratégica na organização.

Depois perceber qual o caminho para chegar ao nosso objetivo geral implica traçar metas, definir movimentações internas e objetivos específicos para cada passo a dar.
Finalmente, temos que perceber de que forma é que tal é percecionado pela equipa, que reflexos está a ter e quais as consequências, para podermos ajustar o nosso plano, em função do fim traçado, mas com um percurso não necessariamente igual, dado que não devemos ser alheios ao resultado da execução do mesmo.

O envolvimento de todos vai permitir, não só aos responsáveis da empresa conhecê-la melhor, mas chegar ao verdadeiro objetivo que de outro modo pode nunca ser atingido.
Pensar que este trabalho só é exequível e só tem interesse no caso das grandes empresas, é um erro. Se pretendermos que a nossa empresa tenha outra dimensão no futuro este trabalho deve começar já. Fazê-lo apenas depois, pode já ser, tarde demais.

Ricardo Lacerda Dias
CEO

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