ABC dos Curriculum

Hoje em dia o Curriculum Vitae (CV) é um documento importantíssimo, que condiciona a escolha do recrutador.

O CV deve reflectir os seus objectivos de carreira, designando o seu passado académico e profissional, por onde começou e como foi evoluindo.

Existem, assim, vários tipos de currículos que, segundo um artigo do The Muse, as empresas não dão importância e que resumimos em três pontos que claramente identificamos na prática profissional em Portugal:

A) Curriculum com informações exageradas:
– Se criou uma empresa, mas esta não teve crescimento não deve exagerar na informação que coloca. Mentir ou exagerar no currículo leva a pessoa que está a analisá-lo a desconfiar das suas aptidões. Assim inclua só aspectos positivos, e que vendam a sua experiência profissional. O CV deve conter todo o percurso académico e profissional, mas se tiver uma vasta experiência deve colocar só a informação relevante para a função a que se candidata. Quando um candidato regressa à universidade para concluir a sua formação vários anos depois de já ter chegado ao mercado de trabalho, deve então colocar toda a seu jornada para o recrutador não pensar trata de um perfil júnior, numa busca da primeira oportunidade;

B) Curriculum pessoal:
Não coloque referência de informações pessoais, como por exemplo: estado civil, convicções religiosas, partido político, entre outros. Não são informações relevantes para quem está a analisar o seu currículo. As informações devem ser só de carácter profissional. A colocação da fotografia no CV é um assunto muito discutido, uns autores referem que se deve colocar fotografia, outros não. Contudo, se optar por colocar, então que seja uma foto tipo “passe” ou de corpo mas com dress code profissional;

C) Dimensão do Curriculum:
O texto deve ser fluido e com espaçamento adequado para que o recrutador não se disperse focando a sua atenção no mesmo. O currículo deve ter no máximo 2 páginas, use frases curtas e seja criativo na forma de apresentação. Quando é ultrapassado o limite de duas páginas, os recrutadores tendem a não captar a informação mais relevante, deixando de tomar atenção aos aspectos devidos.

Elabore um currículo que se adeque às suas expectativas, seguindo o modelo cronológico inverso, começando pelos acontecimentos mais recentes até aos mais distantes. Este modelo é particularmente interessante para quem procura manter uma posição profissional dentro do que tem vindo a desempenhar até então.

Por outro lado, se tem ideia de que a sua carreira beneficiaria de uma significativa mudança, o CV funcional chamará a atenção para as competências e pontos fortes reunidos ao longo da sua carreira em factores como liderança, gestão de projectos, etc..

Em resumo, os CV devem ser chamativos, originais e até, consoante a sua área de formação, pode criar um documento que mostre as suas habilidades profissionais enviando-o de forma personalizada, sem perder o cunho profissional.

Autor: Inês Correia

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