Fui despedido! E Agora?

Keep calm!” e não entre em pânico!

Há muitos motivos que podem levar ao despedimento e boa parte deles não tem nada a ver consigo. Ser despedido, não é necessariamente um atestado de incompetência, e não é o fim do mundo.

Muitas vezes, o despedimento tem a ver com cortes orçamentais, ou simplesmente chegou ao fim do contrato e o volume de trabalho não justifica a sua permanência.

Por outro lado, as relações laborais são como casamentos, se não houver objectivos comuns, esforço e entrega de parte a parte, acabam em divórcio. Se não há reconciliação, paciência, vá à sua vida!

Terá uma série de preocupações acrescidas, nomeadamente a sua subsistência, mas como diz a sabedoria popular: tristezas não pagam dívidas. Quanto menos tempo perder nesta fase, a pensar em tudo o que pode correr mal, tanto melhor.

Há que reagir!

Siga 5 passos essenciais:

1) Repensar a sua carreira e objectivos, definindo um plano de acção. Faça uma reflexão sobre os seus pontos forte e fracos. Não descure esta fase e escreva todas as ideias que lhe surgirem. Definidos os objectivos, trace prazos de concretização dos mesmos e siga o plano.

2) Estude bem as suas finanças – muitas das vezes o que mais nos preocupa é o factor financeiro. Informe-se sobre os seus direitos de apoio social. Não descure essa situação – e mesmo que receba subsídio de desemprego, faça um registo detalhado de todos os seus os gastos – defina quais os obrigatórios e aqueles que pode eliminar.

3) Aposte em formação e sobretudo em desenvolver competências. Além de se manter actualizado, é muito importante manter rotinas, horários e manter-se activo.

4) Prepare-se para os processos de recrutamento. Embora já tenhamos abordado esta temática, não é demais relembrar. Procure conhecer bem o mercado de trabalho e as oportunidades existentes. Deve planear as ofertas de emprego a que vai responder. Que empresa é? Qual o cargo? O que pode oferecer que o distingue de outros candidatos? O que pretende atingir com esse emprego? Não se esqueça de actualizar o seu CV e personalizar as respostas a cada oferta. Esses documentos devem levar os empregadores a pensar “Quero falar com esta pessoa”. Registe tudo – quando for contactado, deve saber quando se candidatou, a que tipo de oferta, e a que empresa, passando uma imagem profissional e organizada. Ao atender o telefone, deverá estar sempre preparado para que se trate de um contacto profissional: adeqúe a sua linguagem e se estiver em locais demasiado barulhentos, é preferível não atender e retribuir o contacto mais tarde.

5) Estimule e mantenha a sua rede de contactos – não há nada melhor que obter uma recomendação para um emprego – muitas vezes é meio caminho para poder ser recebido numa empresa e poder apresentar a sua candidatura. Rodeie-se de pessoas positivas.

Na dúvida, procure ajuda especializada.

Autora: Marília Santo

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