A adaptação às alterações climáticas tem como objetivo reduzir a vulnerabilidade da sociedade e do território, às consequências negativas das mudanças previsíveis do clima.
Essas alterações criam grandes desafios e urgentes, sendo essencial planear e estruturar a adaptação, com base numa análise profunda das vulnerabilidades, evitando e minimizando perdas materiais, naturais e humanas, com consequências económicas de dimensão não negligenciável.
Ora a estratégia do RH deve liderar, precisamente, a transformação, em estratégias acionáveis para a adaptação climática. Isso pressupõe incorporar a sustentabilidade ao DNA da empresa e desenvolver planos de contingência para crises climáticas, infelizmente, cada vez mais frequentes, como temos assistido, inclusivamente, em 2024.
É crucial, integrar a sustentabilidade à cultura organizacional, assim como tomar decisões sustentáveis que protejam a reputação da Empresa, tais como:
É recente, a participação dos RH na sustentabilidade, mas é essencial, à medida que as empresas buscam adaptar-se aos desafios do clima, garantindo que sua força de trabalho seja resiliente, informada e preparada para interrupções ambientais.
Os RH são por isso responsável por grande parte dessa agenda e, devem trabalhar para ajudar a Empresa, comunicando com clareza, a missão e objetivos destas práticas, motivando todos, a adaptarem-se à nova realidade climática. Impulsionar, implementar e acompanhar as variadas estratégias, tais como:
Os RH – neste tema – também abraçarão o que é necessário para operar no campo inexplorado da transparência e, conectividade social, com práticas baseadas em evidências, dados e tecnologia que ajudam a alcançar os objetivos organizacionais com maior eficácia e sustentabilidade.
Tânia Rosa,
HR Consultant